10/07/2020

Hipertensão e diabetes são as comorbidades mais comuns em vítimas da Covid-19 

Levantamento feito pela Prefeitura de Cuiabá, em parceria com a

Levantamento feito pela Prefeitura de Cuiabá, em parceria com a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), mostrou que 104 óbitos por Covid-19 em que se conheciam a comorbidade na Capital apresentaram quadro de hipertensão. O segundo fator de risco mais verificado entre as vítimas da doença foi a diabetes (68 casos). Os números constam no Informe Epidemiológico, que leva em consideração os casos levantados de 14 de março até 04 de julho.

Entre as vítimas fatais em que se conheciam a comorbidade, além da hipertensão e da diabetes, foram relatados os seguintes fatores de risco: doença renal/nefropatia (24), cardiopatia (40), obesidade (10), neoplasia (9), pneumopatia (8), doença hepática crônica (2), hipotiroidismo (1), doença vascular crônica (1), Alzheimer (1) e sequela de poliomielite (1).

Até 04 de julho de 2020 foram notificados em Cuiabá 7.155 casos suspeitos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), sendo 1.900 casos somente nesta última semana, apontando para o aumento de cerca de 36%, ainda mais elevado que a semana anterior (33%).

Todos os casos suspeitos foram investigados e, entre aqueles que se conhecia o resultado (6.390), 559 (8,7%) foram descartados por tratar-se de outras SRAG e 5.831 (91,3%) resultou positivo para Covid-19, sendo 4.755 (81,5%) residentes em Cuiabá.

Cerca de 43% dos indivíduos internados não referiram comorbidades. Entre as mais frequentes no quadro geral da epidemia destacam-se hipertensão (396), cardiopatia (159), diabetes mellitus (220), pneumopatia (53), doença renal crônica (58) e neoplasia (26).

O objetivo do levantamento é monitorar o padrão de morbidade e mortalidade e descrever as características clínicas e epidemiológicas dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave – SRAG – pelo Coronavírus-2019 em residentes no município.

Conforme o acompanhamento, desde a confirmação do primeiro caso da COVID-19 em Cuiabá verifica-se que não há atenuação no crescimento de casos e mortes, tendo o aumento mais acentuado, principalmente das mortes nas últimas semanas.

Fonte: Olhar Direto




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