16/12/2019

Nota sobre a situação da Saúde no Rio de Janeiro

Ausência de condições mínimas de trabalho aumentam o risco de ocorrências

O Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) manifesta sua solidariedade com os profissionais da rede municipal de Saúde do Rio de Janeiro e com a população diante ao agravamento da crise na assistência. Profissionais de Saúde da rede municipal do Rio de Janeiro paralisaram atendimentos por 48h, afetados pela falta de insumos, sobrecarga de trabalho e dois meses de atrasos salariais. Em muitas Clínicas da Família não há condições mínimas de assistência. Pacientes peregrinam em busca de atendimento, muitas vezes em vão.

O subdimensionamento profissional e a ausência de condições mínimas de trabalho aumentam o risco de ocorrências adversas. Na linha de frente do atendimento, os profissionais de Enfermagem enfrentam, ainda, a justificada revolta da população. Esta situação se reflete no estresse e adoecimento de enfermeiros, técnicos e auxiliares de Enfermagem, que não são responsáveis pelo fracasso de políticas públicas, desvios de verbas e má gestão associados a esta crise.

Fazemos um apelo às autoridades do Rio de Janeiro para que priorizem a resolução desta situação emergencial, tomando medidas efetivas para garantir o pagamento dos salários, fornecimento de materiais necessários e regularização da assistência.

Fonte: Ascom – Cofen




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Profissionais de saúde que realizam procedimentos geradores de aerossóis como, por exemplo: intubação ou aspiração traqueal, ventilação mecânica invasiva e não invasiva, ressuscitação cardiopulmonar, ventilação manual antes da intubação, coletas de amostras nasotraqueais, DEVEM utilizar a MÁSCARA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA (RESPIRADOR PARTICULADO – N95 OU EQUIVALENTE) e GORRO OU TOUCA, juntamente com óculos ou protetor facial, avental ou capote e luvas.